E aí eu sigo em frente. Digo que vou deixar pra lá, que já vai passar. Tô esperando os livros roubarem de você minha atenção, esperando você sumir ou algo assim, e ao mesmo tempo, esperando você voltar.
Volta e pergunta! Pergunta o que eu sinto, o que eu penso; pergunta daquele dia. Me dá a chance de falar tudo, desabafar. Ouve e diz que entende, respeita; diz que apóia e me consola.
Mas vai embora, e não volta nunca mais! Pra eu poder colocar as lembranças na gaveta e contar pra todo mundo que nem tenho mais o seu número. Vai embora pra ser só mais um arranhão no joelho e parar de ser esse aperto no coração.
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