sexta-feira, 8 de março de 2013

E se você morrer amanhã?

Vou morrer feliz, mesmo sem ter feito "nada", porque estava fazendo exatamente o que queria estar fazendo: correndo atrás dos meus sonhos. E pagando o preço por isso também: morar longe dos meus pais, ter que economizar, almoçar no restaurante popular, sofrer com gastrite, dor nas costas, enxaqueca, viver à base de café e não saber o que é um salão de beleza há pelo menos três meses. Mas mesmo se eu morrer amanhã, tudo isso valeu a pena. Valeu a pena cada lágrima, cada folha rasgada, amassada, apagada e reescrita. Valeu a pena a dor nos pés, o sono, cada festinha perdida, cada noite mal dormida; porque eu estava na direção certa, seguindo em frente, sempre em frente. 
É a sensação de dever cumprido. Não o dever de passar no vestibular ou conseguir um bom emprego ou algo assim. O dever de fazer exatamente o que eu devo - e quero - fazer.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Para L.F., com carinho

Impressionante como um desastre puxa outro! Uma "pequena" desobediência, que ninguém nunca imaginaria que fosse dar em alguma coisa, vira uma enorme bola de neve.
E ontem foi tipo o avalanche de tudo, e eu falei da boca pra fora o que eu não sentia por dentro. Abri a boca e pronunciei o que, provavelmente, é uma das piores frases da minha existência. E pior de tudo, falei pra alguém que me amava e que eu amo. 
Caso alguém ainda não tenha te falado, uma vez ditas, as palavras não voltam atrás. Não importam os pedidos de desculpas e mesmo o perdão: besteira dita, besteira assumida. E besteira assumida, tem que pedir perdão.

Me perdoa?


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Volta, vai embora.

E aí eu sigo em frente. Digo que vou deixar pra lá, que já vai passar. Tô esperando os livros roubarem de você minha atenção, esperando você sumir ou algo assim, e ao mesmo tempo, esperando você voltar.
Volta e pergunta! Pergunta o que eu sinto, o que eu penso; pergunta daquele dia. Me dá a chance de falar tudo, desabafar. Ouve e diz que entende, respeita; diz que apóia e me consola.
Mas vai embora, e não volta nunca mais! Pra eu poder colocar as lembranças na gaveta e contar pra todo mundo que nem tenho mais o seu número. Vai embora pra ser só mais um arranhão no joelho e parar de ser esse aperto no coração.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Not that strong

I was just "flying like a butterfly" and you walked in. Walked into my life, my dreams, my feelings and everything. The very first thing I should have done is run away and hide, but I stayed right there and I tried to be just a friend. I believed that I could just look into your green eyes and do not fall in love; and sure I was wrong.
Your green eyes, that makes me crazy and fool. Your smile and everything in you.
I hope I don't see you today: I'm afraid my knees are not that strong beside you.

domingo, 27 de janeiro de 2013

He loves us - TeenStreet Brasil Testimony

"I am by your side, everytime. I love you, unconditionally. I ask you, again and again, to wait in me, to walk with me. And I'll never give up on you, even if everybody do it; you don't have to be afraid to come to me, and you don't have to be ashamed to tell me everything that happens in your life. I really love you, and I am showing you my love through people, through preaching, through Bible." 
I was so blessed last week because of TeenStreet Brasil. God has given me a new song; a song about happiness, about love, about walk side by side, about a really deep relationship with Him, and with my brothers and sisters. God used particularly the girls on my "bedroom" and the guys who peached on worship. 
I really miss everything, but now I am in real life. And even in this crazy world, troubled and really attractive, I have to live a holy life. It sounds difficult, but as God was with me on TSBr,  the same way He is with me now. 


sábado, 19 de janeiro de 2013

De todos os loucos do mundo, eu quis você.

De todos os loucos do mundo, eu quis você.
Eu quis a loucura de não saber o amanhã, de nem saber que dia é hoje. Eu quis a loucura de sonhar acordada e viver dormindo. A loucura de todos os dias, ah os dias; que passam correndo devagar e rindo em câmera lenta da minha saudade
Quis a loucura de esquecer de você e, de repente, me lembrar do seu sorriso. Quis a loucura de me perder em seus olhos e me encontrar em seus braços. A loucura de músicas nossas, de batidas e ritmos próprios, só nossos. Quis a loucura da amizade, da sinceridade; a loucura de contar verdades que ninguém mais sabe.
A loucura que só eu sei, a doce loucura do riso fácil, da piada sem graça, das correrias do dia-a-dia, de matar compromissos pra conversar, essa loucura toda, minha. E aí eu me pergunto: será que você tem uma loucura?

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Monotonia

Não é assim, pelo menos não pra mim. Sou de fantasias e sonhos, e flores, e delicadezas, e sutilezas que não se encaixam nessa história. 
 E você nem sabe, mas eu preciso de algo constante. Sempre tive medo de montanha-russa, gosto do bom e velho carrossel: seguro e calmo. Mas você me disse esses dias que isso é monótono, monocromático; disse que vai fazer o que quiser, seguir seu coração sem pensar no amanhã. E eu disse, nesse mesmo dia, que eu tenho um alvo. Um alvo, e responsabilidades, e sonhos, depositados sobre os meus ombros, e eu não os posso deixar cair.
 Viu como eu sou de fantasias? Você deve ainda estar dormindo -são 10:30 da manhã- e eu estou aqui, pensando e remoendo, e sonhando, e sofrendo. Por um "não" esses dias, que, ao contrário da certeza que expressava, encheu de dúvidas meu coração.
 Mas me ligue qualquer dia. Marque um almoço, ou um jantar. Marque um suco ou qualquer coisa, pra sentar na traseira do carro e conversar sobre tudo, sobre nada; pra perder horas numa coisa que eu acho tão segura e você acha tão monótona: nossa amizade.